A Batalha do Lys

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  • O CEP estava na frente mais difícil da Grande Guerra ao lado dos aliados britânicos em França, quando a Alemanha realizou a célebre ofensiva da primavera de 1918.

    A 9 de abril de 1918, no primeiro dia da operação «Georgette», os alemães tinham um potencial militar muito superior aos aliados. A Divisão portuguesa – a 2ª Divisão do Corpo Expedicionário Português (CEP) – sofreu o ataque de quatro Divisões alemãs com o apoio de uma artilharia cinco vezes superior à dos aliados.


  • A Divisão portuguesa recebeu a ordem do comando britânico para morrer na linha da frente (linha B), enquanto na sua retaguarda, (a cerca de 6 Km da frente) duas Divisões britânicas (a 50ª e 51ª Div.) ocupavam posições para deter o inimigo na linha dos rios Lawe e Lys.

    Na nossa história coletiva as consequências desta Batalha ultrapassam o âmbito militar e foram essencialmente politicas. A herança da Grande Guerra foi o fim da 1ª República, pois os militares que fizeram a revolução do 28 de Maio de 1926 eram oficiais do CEP que ficaram contra o regime que os enviou para a guerra, sem as condições adequadas, num clima de grande instabilidade interna.

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Comissão Coordenadora da Evocação do Centenário da Grande Guerra

 
 
Imagens: Arquivo Histórico Militar (fundo AHM-FE- CAVE-AG)
Fotos de equipamentos Núcleo Museológico das OGFE e do Museu Militar.
 
Textos: O CEP: Os Militares Sacrificados Pela Má Politica, Fronteira do Caos, 2016. A Nossa Artilharia na Grande Guerra (1914-1918), Caleidoscópio,2017.
 
Autores: Coordenação de Pedro Marquês de Sousa. Apoio na preparação de artigos militares OGFE e Fotos: Jorge Baltazar Pinto e André Fernandes.

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