Cavalaria

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Grupo Cavalos

Na frente ocidental em França, as unidades de Cavalaria, a cavalo serviam de elementos de ligação e serviam como reserva móvel, porque podiam deslocar-se rapidamente e depois combater como infantaria.
Inicialmente a cavalaria do CEP era um Grupo de dois Esquadrões a cavalo, mas perante a falta de solípedes no CEP, o comando britânico decidiu que a prioridade dos cavalos deveria ser para a artilharia, para a logística e para o serviço de saúde.
Em Julho de 1917, o Comando do 1º Exército deu indicação para que o Grupo a cavalo fosse transformado num Grupo de ciclistas. Em Novembro de 1917 foi criado um Grupo com duas companhias em ciclistas.

 

Grupo de Ciclistas

Ao nível do armamento, o Grupo de Ciclistas manteve as armas que o Grupo de Cavalaria já dispunha mas como as 8 metralhadoras Hotchkiss (francesas) não podiam ser utilizada por unidades de ciclistas, surgiu a necessidade de incorporar metralhadoras Lewis no Grupo de Ciclistas, por serem adequadas às unidades de ciclistas. No final do mês de dezembro de 1917, o Grupo de Ciclistas recebeu 4 metralhadoras Lewis constituindo-se 2 secções de metralhadoras ligeiras em cada companhia. A 1ª Companhia de Ciclistas terminou a sua instrução em 23 de Fevereiro de 1918 e a 2ª Companhia terminou a 30 de Março de 1918.

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Comissão Coordenadora da Evocação do Centenário da Grande Guerra

 
 
Imagens: Arquivo Histórico Militar (fundo AHM-FE- CAVE-AG)
Fotos de equipamentos Núcleo Museológico das OGFE e do Museu Militar.
 
Textos: O CEP: Os Militares Sacrificados Pela Má Politica, Fronteira do Caos, 2016. A Nossa Artilharia na Grande Guerra (1914-1918), Caleidoscópio,2017.
 
Autores: Coordenação de Pedro Marquês de Sousa. Apoio na preparação de artigos militares OGFE e Fotos: Jorge Baltazar Pinto e André Fernandes.

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