Metralhadoras Ligeiras

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  • Designada pelos soldados portugueses como a “Luisinha”, a Lewis usava um carregador circular com capacidade para 47 munições, tendo uma cadência de 500 a 600 tiros por minuto. Podia ser transportada por um homem (peso de 11,8 kg sem carregador) sendo muito mais leve que a metralhadora pesada Vickers (23 kg), mas ainda assim tinha uma guarnição para transporte das munições.
  • Designada pelos soldados portugueses como a “Luisinha”, a Lewis usava um carregador circular com capacidade para 47 munições, tendo uma cadência de 500 a 600 tiros por minuto. Podia ser transportada por um homem (peso de 11,8 kg sem carregador) sendo muito mais leve que a metralhadora pesada Vickers (23 kg), mas ainda assim tinha uma guarnição para transporte das munições.

  • Cada Pelotão tinha uma Met Ligeira cuja guarnição era um sargento e 8 soldados. Cada Companhia tinha 3 Metralhadoras Ligeiras e assim o Batalhão tinha 3x4 = 12 (nas companhias) e mais 4 metralhadoras do Destacamento de Met. Ligeiras (do comando do batalhão).
  • Cada Pelotão tinha uma Met Ligeira cuja guarnição era um sargento e 8 soldados. Cada Companhia tinha 3 Metralhadoras Ligeiras e assim o Batalhão tinha 3x4 = 12 (nas companhias) e mais 4 metralhadoras do Destacamento de Met. Ligeiras (do comando do batalhão).

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Comissão Coordenadora da Evocação do Centenário da Grande Guerra

 
 
Imagens: Arquivo Histórico Militar (fundo AHM-FE- CAVE-AG)
Fotos de equipamentos Núcleo Museológico das OGFE e do Museu Militar.
 
Textos: O CEP: Os Militares Sacrificados Pela Má Politica, Fronteira do Caos, 2016. A Nossa Artilharia na Grande Guerra (1914-1918), Caleidoscópio,2017.
 
Autores: Coordenação de Pedro Marquês de Sousa. Apoio na preparação de artigos militares OGFE e Fotos: Jorge Baltazar Pinto e André Fernandes.

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